“Deus, Pátria e Família” — o slogan que não sobrevive à própria análise
O bolsonarismo repete esse mantra como se fosse sagrado.
Mas toda ideia que precisa ser repetida como reza, normalmente não se sustenta na prática.
Então vamos fazer o que eles raramente fazem: pensar.
1. Deus: o nome mais usado e o menos respeitado
Se Jesus Cristo descesse hoje e caminhasse entre os que gritam “Deus acima de tudo”, provavelmente seria expulso das próprias igrejas.
Porque tudo o que Jesus pregou, o bolsonarismo pratica ao contrário:
Jesus pregou amor ao próximo → eles pregam ódio ao diferente
Jesus sentou com pobres, prostitutas, doentes e excluídos → eles zombam, humilham e criminalizam
Jesus expulsou os mercadores do templo → eles transformaram o templo em shopping
Jesus dividiu o pão → eles negam comida, SUS, auxílio, direitos básicos
Jesus nunca prometeu riqueza → eles vendem prosperidade em troca de dízimo
O dízimo bíblico não era dinheiro para enriquecer pastor,
era sustento para a obra e para os necessitados.
Hoje virou mensalidade espiritual, boleto da fé, pedágio da salvação.
Usar o nome de Deus para justificar intolerância não é fé.
É profanação.
2. Pátria: o patriotismo seletivo e submisso
Patriotismo não é fantasia verde-amarela.
É defesa da soberania, do povo e da dignidade nacional.
Mas o que vemos?
Gente enrolada na bandeira do Brasil idolatrando bandeira dos EUA
Gente pedindo intervenção estrangeira contra o próprio país
Gente atacando instituições brasileiras em nome de um político
Gente torcendo contra o Brasil só porque não ganhou a eleição
Isso não é patriotismo.
É submissão colonial com fantasia de herói.
O verdadeiro patriota não se levanta contra a própria nação.
O bolsonarista sim — e ainda chama isso de amor ao Brasil.
3. Família: o discurso mais bonito e a realidade mais frágil
Aqui a contradição grita.
Quantas “famílias tradicionais” bolsonaristas você conhece que:
não têm conflitos internos violentos?
não vivem de aparência?
não escondem traições, separações, abandonos?
não têm filhos gays, lésbicas, trans, que sofrem em silêncio?
não vivem um amor condicional, cheio de medo e culpa?
O bolsonarismo não defende família.
Defende controle, silêncio, hipocrisia e medo.
Família de verdade é onde há acolhimento.
Família de verdade é onde ninguém precisa fingir para ser amado.
E isso o bolsonarismo nunca soube construir.
Reflexão final (para quem ainda tem coragem de pensar)
Talvez o maior pecado do bolsonarismo não seja a mentira.
Seja a inversão moral.
Eles chamam ódio de fé.
Chamam submissão de patriotismo.
Chamam aparência de família.
E enquanto repetem slogans, Jesus continua do lado de fora,
o Brasil continua sendo atacado por seus “defensores”
e as famílias continuam quebradas por dentro, sustentadas por discurso vazio.
Quem precisa gritar “Deus, Pátria e Família” o tempo todo
é porque não vive nenhum dos três.
E quando a verdade aparece, não sobra grito.
Só silêncio.
Silêncio de quem foi desmascarado.
Ass : André Luiz Thiago também conhecido por André negrão.
Mas toda ideia que precisa ser repetida como reza, normalmente não se sustenta na prática.
Então vamos fazer o que eles raramente fazem: pensar.
1. Deus: o nome mais usado e o menos respeitado
Se Jesus Cristo descesse hoje e caminhasse entre os que gritam “Deus acima de tudo”, provavelmente seria expulso das próprias igrejas.
Porque tudo o que Jesus pregou, o bolsonarismo pratica ao contrário:
Jesus pregou amor ao próximo → eles pregam ódio ao diferente
Jesus sentou com pobres, prostitutas, doentes e excluídos → eles zombam, humilham e criminalizam
Jesus expulsou os mercadores do templo → eles transformaram o templo em shopping
Jesus dividiu o pão → eles negam comida, SUS, auxílio, direitos básicos
Jesus nunca prometeu riqueza → eles vendem prosperidade em troca de dízimo
O dízimo bíblico não era dinheiro para enriquecer pastor,
era sustento para a obra e para os necessitados.
Hoje virou mensalidade espiritual, boleto da fé, pedágio da salvação.
Usar o nome de Deus para justificar intolerância não é fé.
É profanação.
2. Pátria: o patriotismo seletivo e submisso
Patriotismo não é fantasia verde-amarela.
É defesa da soberania, do povo e da dignidade nacional.
Mas o que vemos?
Gente enrolada na bandeira do Brasil idolatrando bandeira dos EUA
Gente pedindo intervenção estrangeira contra o próprio país
Gente atacando instituições brasileiras em nome de um político
Gente torcendo contra o Brasil só porque não ganhou a eleição
Isso não é patriotismo.
É submissão colonial com fantasia de herói.
O verdadeiro patriota não se levanta contra a própria nação.
O bolsonarista sim — e ainda chama isso de amor ao Brasil.
3. Família: o discurso mais bonito e a realidade mais frágil
Aqui a contradição grita.
Quantas “famílias tradicionais” bolsonaristas você conhece que:
não têm conflitos internos violentos?
não vivem de aparência?
não escondem traições, separações, abandonos?
não têm filhos gays, lésbicas, trans, que sofrem em silêncio?
não vivem um amor condicional, cheio de medo e culpa?
O bolsonarismo não defende família.
Defende controle, silêncio, hipocrisia e medo.
Família de verdade é onde há acolhimento.
Família de verdade é onde ninguém precisa fingir para ser amado.
E isso o bolsonarismo nunca soube construir.
Reflexão final (para quem ainda tem coragem de pensar)
Talvez o maior pecado do bolsonarismo não seja a mentira.
Seja a inversão moral.
Eles chamam ódio de fé.
Chamam submissão de patriotismo.
Chamam aparência de família.
E enquanto repetem slogans, Jesus continua do lado de fora,
o Brasil continua sendo atacado por seus “defensores”
e as famílias continuam quebradas por dentro, sustentadas por discurso vazio.
Quem precisa gritar “Deus, Pátria e Família” o tempo todo
é porque não vive nenhum dos três.
E quando a verdade aparece, não sobra grito.
Só silêncio.
Silêncio de quem foi desmascarado.
Ass : André Luiz Thiago também conhecido por André negrão.
